Autor: natalia

Inglaterra homenageia Jane Austen

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Entra em circulação a nova cédula de 10 libras, com a efígie de Jane Austen, em lembrança aos 200 anos de sua morte.


Crianças dinamarquesas (Jessica Alexander e Iben Sandahl)

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Por mais de 40 anos, a população da Dinamarca tem sido eleita a mais feliz do mundo pela Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OECD). Os dinamarqueses também foram considerados o povo mais feliz do mundo por todas as edições do Relatório Mundial da Felicidade, publicado pelas Nações Unidas. Qual seria, então, a fórmula desse sucesso? Depois de muita pesquisa, as autoras deste livro acreditam ter desvendado o segredo. E a resposta é bastante simples: toda essa felicidade vem da forma como os dinamarqueses são criados.


22/7: Segundas Intenções

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Neste sábado, 22 de julho, a BSP recebe o escritor J.P. Cuenca para bate-papo com o público. O encontro começa às 11h.


“Hebe – a biografia” (Artur Xexéo)

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Hebe Camargo é um dos grandes nomes da história da televisão brasileira. A estrela, que começou sua carreira cantando no rádio, foi convidada para a primeira transmissão ao vivo da televisão brasileira e nela ficou até sua ultima gravação, em 2012, sendo conhecida por sua irreverência e autenticidade. Nesta biografia, o jornalista Artur Xexéo se dedica a contar toda a trajetória da cantora e apresentadora que marcou a história do rádio e da televisão no Brasil.


Romancista como vocação (Haruki Murakami)

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Ícone da escrita fluida, Murakami transita bem em diversos estilos narrativos- ficção, ensaio, reportagem, nada parece estar fora de seu talento literário. Para abarcar toda essa multiplicidade, chega agora Romancista como vocação, uma série de proposições sobre a escrita, a literatura e a vida pessoal do recluso escritor. Escrito na linguagem acessível típica de Murakami, este livro é um convite a todos que desejam habitar o mundo dos romancistas, bem como uma declaração de amor ao ato da escrita.


Ela me dá capim e eu zurro (Fabrício Corsaletti)

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Primeiro livro de crônicas do escritor e poeta Fabrício Corsaletti, “Ela me dá capim e eu zurro” reúne quase sessenta textos, a maioria deles publicados na imprensa, incluindo alguns inéditos. As crônicas se abrem para uma gama bastante variada de registros, trazendo lado a lado o esquete cômico, a meditação trágico-existencial, as microaventuras do cotidiano e o devaneio poético de longo alcance, tudo isso sem perder o tom de conversa com o leitor. Nas suas páginas, vida e literatura podem se encontrar nos lugares mais inesperados.


Morre a escritora Elvira Vigna

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Uma das vozes mais instigantes da literatura brasileira contemporânea, Elvira deixou 3 livros a serem publicados.


Guia politicamente incorreto da literatura (Elizabeth Kantor)

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Costumava-se dizer que clássico é aquele que nunca nos abandona. Que toda releitura é uma leitura de descoberta. Que são livros que nunca terminam o que tinham para dizer. Que são obras que chegam a nós trazendo consigo as marcas das leituras que precederam a nossa e atrás de si os traços que deixaram nas culturas que atravessaram. Que são imprescindíveis para entendermos a nós mesmos e ao mundo que nos rodeia. Então qual é o motivo de tanto medo?


Minha mãe fazia (Ana Holanda)

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Em “Minha mãe fazia”, Ana reúne deliciosas receitas que são uma verdadeira viagem aos sabores, aromas e memórias da infância e de toda uma vida, resgatadas em crônicas igualmente saborosas. O projeto, que nasceu no Facebook e ganha agora caprichada edição em livro, reúne receitas que Ana tirou do caderno de sua mãe, exímia cozinheira, e do seu próprio. São pratos do dia a dia, bolos, doces simples, comida sem frescura ou a pretensão de ser gourmet.


20/7: Clube de Leitura

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Este mês a discussão é sobre o livro “A rua das ilusões perdidas”, de John Steinbeck. É de graça, participe!