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Jack Kerouac, o rei dos beatniks

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Se estivesse vivo, o autor completaria hoje 91 anos. Kerouac é um dos maiores nomes da chamada geração beat, movimento literário de contracultura norte-americano que teve seu auge nos anos 50 e 60.

Foto: Tom Palumbo.

 

Sua obra mais conhecida, Na estrada (On the road) conta a história do próprio Kerouac e seu amigo Neal Cassady, retratatados sob o pseudônimo de Sal Paradise e Dean Moriarty. O enredo é construído por meio da narrativa acelerada de Jack, que usa apenas um parágrafo durante todo o livro, escrito em três semanas em um único rolo de manuscritos. Na estrada retrata vários personagens importantes no universo beat, como Allen Ginsberg e William Burroughs, também escondidos sob pseudônimos.

O livro conta com duas versões da editora L&PM, a primeira, capa à esquerda, lançado em 2004, está disponível para empréstimo na BSP.

 

 

 

 

 

A segunda, lançada em 2011, traz o manuscrito original que Kerouac datilografou na máquina de escrever, de acordo com suas anotações e quatro ensaios de especialistas sobre o livro.

 

 

 

 

 

A obra recentemente foi adaptada para o cinema pelas mãos do diretor brasileiro Walter Salles.

 

Para conhecer o estilo inovador de Kerouac, veja os títulos sobre o autor disponíveis para empréstimo na BSP, além do próprio Na Estrada:
 
Anjos da Desolação (Jack Kerouac) – Foi diretamente transcrito dos diários de Kerouac, por isso seu caráter documental – como uma carta íntima tornada pública.

Fonte: Livraria Cultura.

 

 

Jack Kerouac, o rei dos beatniks (Antonio Bivar) – Ele foi um anjo de inocência. Acreditava encontrar nas estradas da América a alma de sua terra e sua gente transformando a experiência na quintessência da literatura, extrapolando os grandes que o inspiraram. Conseguiu? Sem dúvida. Contudo, ao se tornar o arauto da nova atitude – pois não era o único – encontrou, assim como o céu, o inferno. Da confraria beat, Jack Kerouac foi o primeiro a deixar este mundo. Mas tornou-se seu ícone mais representativo, um modelo de inspiração para cada nova geração. Como os heróis, os santos e os mártires de todos os tempos.

Fonte: Livraria Cultura.

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Sobre o Autor

1 Comentário

  1. Paulo Cesar de Amorim on

    A contra-cultura vista com um olhar até certo ponto ingênuo, de um figura que não possuía nada de “rebelde sem causa”. Kerouac era caseiro e vivia com a mãe e o brilho de sua prosa é justamente isso que de certa maneira vai de contra-ponto aos ideários da geração Beat. A busca, a eterna busca do ser…

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