Creepshow (Stephen King)

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capa_creepshowTudo começou em 1982. King juntou forças com outro gênio das sombras, o diretor George A. Romero (A Noite dos Mortos-Vivos), para realizarem um filme inspirado em quadrinhos clássicos dos anos 1950, como Contos da Cripta, da EC Comics. O longa-metragem marcou a estreia de King como roteirista – e, curiosamente, sua segunda aparição como ator. Creepshow (que no Brasil ganhou o subtítulo Show de Horrores) se tornaria um cult movie instantâneo. E no mesmo ano Stephen King quis deixar ainda mais explícita sua homenagem à fonte original. Assim, ele adaptou seu roteiro de cinema para os quadrinhos, contando com a arte do magistral Bernie Wrightson, um dos criadores e primeiro ilustrador de O Monstro do Pântano, e capa de Jack Kamen, autor da EC Comics. A história em quadrinhos era a maneira perfeita para os fãs reviverem todos os pesadelos do filme em casa. Trinta e cinco anos depois, você pode fazer o mesmo – até porque o mais provável é que sua fita vhs já esteja desmagnetizada. Creepshow reúne cinco histórias de arrepiar, duas delas adaptadas de contos que King já havia publicado: “Weeds” e “The Crate”. Usando um decrépito narrador morto-vivo, o autor de It, a Coisa e Torre Negra soube recriar o clima dos gibis malditos que o assustavam quando ainda era um adolescente rebelde no estado do Maine.

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