Mais emprestados de abril

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Já viu a listinha dos livros mais emprestados pelos sócios da BSP no mês de abril de 2018?

 

INFANTIL (0-11 anos)

1º – Colo de avó, de Roseana Murray.

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Tem avó que a gente conhece, tem avó que a gente não chega a conhecer. Tem avó de sangue, tem avó por adoção. De um jeito ou de outro, nossas avós estão sempre com a gente: é delas que vem nosso jeito especial ou aquele ditado que ninguém da família esquece. Neste livro, a autora e a ilustradora fazem uma divertida e poética homenagem a todos os tipos de avós!

 

 

 


Vamos à sopa!, de Quino.

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Nesta coleção, a lendária pequena indignada Mafalda se questiona à sua maneira sobre os grandes temas da vida – a família, a amizade, a escola ou o apetite. A coleção de quatro títulos traz uma reunião das tirinhas de Quino acerca desses temas e é destinada a filósofos de todas as idades.

 

 

 

 

 

JUVENIL (12 -17 anos)
1º – Diário de um banana: a gota d’água, de Jeff Kinney.

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Greg não se emenda mesmo. MAs agora é seu pai quem vai tentar botar um pouco de juízo na cabeça do garoto. SErá que vai conseguir? Ou Greg vai estragar tudo? Qual será a gota d’água que vai fazer transbordar a paciência de seu pai?

 

 

 

 

 

 

Caixa de desejos, de Ana Cristina Melo.

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Em ‘Caixa de Desejos’, Marília, uma adolescente de 11 anos, está passando por uma fase de conflitos – fase de adaptação à escola, onde é estigmatizada por ser nerd, a adaptação em casa, por ser considerada o ‘bicho esquisito’, num ambiente com tantas pessoas que ela diz que ‘parece um hotel’. Normalmente Marília encontra refúgio na leitura e em sua avó Laurinda, que não só entende a neta, como compartilha com ela esse gosto pela literatura. De repente, a avó adoece e morre, mas, antes, lhe deixa um presente; uma caixa para ela registrar e guardar os seus desejos. Somado a dor de perder a avó tão querida, ela ainda tem que lidar com a chegada de Francine, uma meia-irmã que só viu duas vezes na vida, mas que também traz consigo outras questões. Mas para Marília, que ainda não a conhece, sua sensação é a de que o inimigo estará dentro do seu quarto. O que Marília não espera é que a caixa, um tanto mágica, e a irmã farão toda a diferença para que ela encontre as respostas para seus conflitos, além de ajudá-la a lidar com um novo sentimento – a chegada do primeiro amor.

 

 

 

ADULTO (acima de 18 anos)

A guerra que salvou a minha vida, de Kimberly Brubaker Bradley.

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 A guerra que salvou a minha vida é um daqueles romances que você lê com um nó no peito, sorrisos no rosto e – entre um parágrafo e outro – lágrimas nos olhos. Uma obra sobre as muitas batalhas que precisamos vencer para conquistar nosso lugar no mundo. Ada tem dez anos (ao menos é o que ela acha). A menina nunca saiu de casa, para não envergonhar a mãe na frente dos outros. Da janela, vê o irmão brincar, correr, pular – coisas que qualquer criança sabe fazer. Qualquer criança que não tenha nascido com um “pé torto” como o seu. Trancada num apartamento, Ada cuida da casa e do irmão sozinha, além de ter que escapar dos maus-tratos diários que sofre da mãe. Ainda bem que há uma guerra se aproximando. Os possíveis bombardeios de Hitler são a oportunidade perfeita para Ada e o caçula Jamie deixarem Londres e partirem para o interior, em busca de uma vida melhor.

 

 

 

Boneco de pano, de Daniel Cole.

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O polêmico detetive William Fawkes, conhecido como Wolf, acaba de voltar à ativa depois de meses em tratamento psicológico por conta de uma tentativa de agressão. Ansioso por um caso importante, ele acredita que está diante da grande chance de sua carreira quando Emily Baxter, sua amiga e ex-parceira de trabalho, pede a sua ajuda na investigação de um assassinato. O cadáver é composto por partes do corpo de seis pessoas, costuradas de forma a imitar um boneco de pano. Enquanto Wolf tenta identificar as vítimas, sua ex-mulher, a repórter Andrea Hall, recebe de uma fonte anônima fotografias da cena do crime, além de uma lista com o nome de seis pessoas – e as datas em que o assassino pretende matar cada uma delas para montar o próximo boneco. O último nome na lista é o de Wolf. Agora, para salvar a vida do amigo, Emily precisa lutar contra o tempo para descobrir o que conecta as vítimas antes que o criminoso ataque novamente. Ao mesmo tempo, a sentença de morte com data marcada desperta as memórias mais sombrias de Wolf, e o detetive teme que os assassinatos tenham mais a ver com ele – e com seu passado – do que qualquer um possa imaginar. Com protagonistas imperfeitos, carismáticos e únicos, aliados a um ritmo veloz e uma deliciosa pitada de humor negro, “Boneco de pano” é o que há de mais promissor na literatura policial contemporânea.

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