Tony Giusti fala sobre criação de textos em oficina de dramaturgia

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Foto: Equipe SP Leituras.

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Escrever e escrever muito. Essa foi a principal orientação do ator, diretor e dramaturgo Tony Giusti em Minioficina de Dramaturgia realizada na tarde de sábado, dia 6 de outubro, na BSP. Na opinião de Giusti, é importante deixar que o texto flua, seja ele ficcional ou pessoal, sem julgamentos. Com algum distanciamento, o autor deve então reler, reescrever e até dispensar o conteúdo, em alguns casos, como salienta ele. E o estímulo para essa reflexão que resulte em conteúdo pode vir de diversas fontes: o interesse pela própria história, pela história do outro etc., acrescenta.

O olhar atento para dentro de si ou para o outro e até mesmo os questionamentos podem contribuir para a construção de narrativas como se viu em exercício que finalizou a atividade. Carolina preferiu a metáfora para contar a história de uma mariposa, observada através da janela por uma pessoa cheia de dúvidas. Já Roseane usou dos questionamentos para lançar-se em uma reflexão sobre a vida. Por fim, Aline adotou a poesia para falar de um amor perdido em uma estação. Com leituras em voz alta, cada um dos textos recebeu contribuições de Giusti.

Diretor geral e fundador do Nosso Grupo de Teatro, ele conta com mais de 15 peças encenadas e é integrante fixo do Grupo TAPA. Entre seus livros publicados constam “Pós-man: Uma comédia do homem pós-moderno ou o inferno de cada um”, a adaptação do livro infantil “O Patinho Feio” e o mais recente deles: “Malditos Cavalos”. E, para saber mais sobre Giusti, acesse https://www.facebook.com/detonygiusti

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