#bsp9anos: escritores divulgaram seus livros durante a festa

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Regina Marcia, Edson Leite e Raquel Cassiano. Foto: Júnior Franzin.

Regina Marcia, Edson Leite e Raquel Cassiano. Foto: Júnior Franzin.

Três escritores estiveram conosco durante a festa de 9 anos da BSP, divulgando seus livros: Edson Leite (autor de “Porque criei a Gastronomia Periférica”), Raquel Cassiano (de “Arquidata: a dama da espada e o segredo do medalhão”)  e Regina Marcia (de “A grande aventura de Chapeuzinho Dourado e o Lobo – Um dia inesquecível na floresta”).

Raquel, que nasceu em Iguape (SP) e hoje mora na capital paulista, começou a escrever quando tinha 9 anos. Muito tímida quando pequena, ela encontrou assim uma forma de expressão importante. Começou com a poesia, depois passou a criar pequenas peças de teatro, contos, visitando vários gêneros literários. Sempre foi um sonho, porém, desenvolver uma história inteira e construir, finalmente, um livro. Foi o que aconteceu, pouco a pouco, com “Arquidata: a dama da espada e o segredo do medalhão”, cuja ideia nasceu há 10 anos. Raquel conta que os personagens foram ganhando, no decorrer do tempo, características específicas, interações com os demais elementos da trama etc.

Por sua vez, Regina “se descobriu” escritora já adulta. Ela é formada em Pedagogia pela Universidade de São Paulo, pós-graduada em Psicopedagogia, com cursos de aperfeiçoamento em alfabetização, palestrante, poeta e, atualmente, trabalha também como contadora de histórias. “Meu pai sempre foi um incentivador da leitura”, conta ela, que nasceu em Ijaci (MG) e vive agora em Taboão da Serra (SP). Em 2015, lançou sua primeira obra, durante a Bienal do Livro, intitulada “Chapeuzinho Dourado e o Lobo”. “A grande aventura de Chapeuzinho Dourado e o Lobo – Um dia inesquecível na floresta” veio na sequência e ela já tem o terceiro pronto (lançamento previsto na próxima Bienal), revisitando os mesmos personagens. A escolha deles, aliás, deu-se, como explica a autora, em função da quebra de paradigmas. “A grande aventura de Chapeuzinho Dourado e o Lobo”, como ela destaca, enfatiza os valores éticos e retrata as famílias contemporâneas, ressaltando a importância da amizade.

Criador do termo Gastronomia Periférica, Edson Leite aproveitou a festa para conversar com o público sobre seu trabalho. Autor de “Porque criei a Gastronomia Periférica”, ele reuniu, na obra, sua história pessoal (além da profissional) e receitas. Edson cozinhou, durante sete anos, na Europa e voltou ao Brasil determinado a compartilhar sua experiência e o que resultou dela: um reencontro com a cozinha e seu lugar no mundo, o Jardim São Luiz. Como ele explica, a Gastronomia Periférica é um conceito baseado nas máximas  “quando você aprende, você ensina; quando você recebe, você devolve aos outros”. E isso vale também para a forma como lidamos com as atividades do dia a dia, com os alimentos e com a vida, na opinião do agora também autor de livro.

 

Raquel Cassiano. Foto: Júnior Franzin.

Raquel Cassiano. Foto: Júnior Franzin.

Regina Márcia. Foto: Júnior Franzin.

Regina Márcia. Foto: Júnior Franzin.

Edson Leite. Foto: Júnior Franzin.

Edson Leite. Foto: Júnior Franzin.

 

 

 

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