Roda de conversa e contação de história marcam Dia da Consciência Negra

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Foto: Equipe SP Leituras.

Foto: Equipe SP Leituras.

Igualdades, diferenças, união, direitos. Estes foram alguns dos temas abordados durante a roda de conversa realizada pela escritora Alcidéa Miguel e mediada por Cosme Nascimento no feriado do Dia da Consciência Negra em São Paulo. A atividade, que teve como base o livro “Sampa em contos e crônicas negras”, da autora, foi realizada pela Faculdade Zumbi dos Palmares e fez parte da programação do FlinkSampa – 7ª Festa do Conhecimento, Literatura e Cultura Negra.

Alcidéia começou a roda, reunindo as pessoas e chamando a todos a encontrarem similaridades como a cor de roupa, um acessório, a cor do cabelo, por exemplo. Aos poucos, a questão da negritude foi sendo abordada entre uma leitura de texto da obra e uma canção.

Contação de história

Depois da roda de conversa foi a vez da contação de história com a própria Alcidéa tomar conta da biblioteca. A escritora fez todo mundo levantar e dançar um pouco logo no início da atividade, brincando com os nomes de quem estava na BSP e chamando as famílias a brincarem juntas.

E foram muitos os que aceitaram o convite. A alegria deu o tom à contação, que buscou abordar a questão da negritude, partindo da história do livro “Eu também chorei na escola”, de autoria de Alcidéa. Na obra, uma criança fica com medo que a mãe não vá buscá-la ao final das aulas, em seu primeiro dia na escola. Ajudada por uma amiga, a protagonista acaba compreendendo que não há o que temer. As duas são de etnias diferentes e, com esse viés na história, Alcidéa aproveitou para falar da igualdade.

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