#BSP10anos: em oficina, Jonas Samaúma aproxima participantes da poesia

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Jonas Samaúma ministra Oficina de Poesia na BSP. Foto: Paulo Matheus

Jonas Samaúma ministra Oficina de Poesia na BSP. Foto: Paulo Matheus

Poeta, cordelista e contador de histórias, Jonas Samaúma costuma dizer que poesia não é um bicho de sete cabeças e que pode ser feita por qualquer um. Samaúma comprovou a tese com folga ao ministrar sua oficina de escrita poética no domingo (16), dentro da programação de aniversário de 10 anos da Biblioteca de São Paulo.

Destinada a todos os públicos, a oficina teve a participação de adultos e crianças, que foram estimulados a fazerem rimas a partir de um tema escolhido pelo grupo. As rimas criadas foram listadas numa lousa. E, a partir dessas rimas, foram feitos versos e poemas, numa divertida criação coletiva.

Convidado a criar um verso sobre livros, o participante Lucas Agostini saiu-se muito bem: “O livro é um mundo fechado que se abre quando você lê”. Em seguida, foram feitos exercícios de rima que resultaram em poemas como “Poesia na biblioteca”, lido pelo pequeno Eric Fernandes.

Para Samaúma, o processo envolve o participante, que brinca com as palavras e percebe que poesia não é assim tão difícil. Ao citar como exemplos versos de Fernando Pessoa, Manoel de Barros e Eveline Sin, entre outros poetas, ele aproxima as pessoas da escrita e do texto poético.

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