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Parada Poética é palco virtual para performances e tem até aniversário

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A Parada Poética surgiu há sete anos como um sarau que em um bar e depois passou a acontecer na estação ferroviária de Nova Odessa, no interior de São Paulo. Na noite de ontem, 15 de outubro, a atividade foi transferida para o universo virtual e com sucesso, como ressaltou Renan Inquérito, criador da iniciativa que conta com edições itinerantes por todo o Brasil.

Defensor destes eventos culturais que dão visibilidade aos mais diversos assuntos, Renan utiliza a música e a literatura como ferramentas de transformação e interferência social. Ele é rapper, compositor, mestre em geografia e poesia, escreveu os livros “#Poucas palavras” e “Poesia pra encher a laje”. Além dos palcos, percorre escolas e unidades da Fundação CASA, realizando saraus, shows, debates e oficinas. Ontem, mais de 30 pessoas participaram da Parada virtual e experimentaram este exercício de criatividade sem filtros.

Renan deu início ao sarau com um megafone, brincando com a palavra, que lavra, lava e “love”, como destacou. Alertando que em atividades deste tipo não há regras (a não ser a manutenção do silêncio em respeito à performance de cada um), ele “abriu o microfone” para que todos tivesse vez e voz. E foi uma noite marcada pela diversidade não só de temas mas também de formas de expressão: houve música com arranjos jamaicanos, não faltou poesia de autoria própria ou “emprestada” de famosos artistas (entre eles, Deborah Arruda e Chico Buarque) e abriu-se espaço até para a celebração de um aniversário – da professora Fernanda, exatamente no dia dedicado aos mestres. Shirlei, Fabrícia, Neiva, Bruna, Cristina, Michelle, Lucas e Júlio, entre outros, transformaram a noite de quinta em tempo de poesia de primeira!

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